Pioneiros

Agrupamento 1096 - Resende Corpo Nacional de Escutas

Segunda-feira, Novembro 07, 2005

A União...


No passado dia 5 de Novembro, nós, os pioneiros fomos até Vila Real. O objectivo da actividade era a criação de mais união dentro da secção, por esse motivo o nosso Chefe Jorge pediu-nos para levar um pedaço de corda e uma frase sobre o que são os pioneiros e o que queremos nos pioneiros.
No fim de rezar a oração, partimos. Chegamos a Vila Real e fomos para um jardim muito agradável. Podia-se passear e praticar desporto. Arranjamos uma mesa, ouvimos uma palestra e no final começamos a trabalhar. Amarramos todas as coradas com nós específicos e com esta super corda e uma cruz desenhamos um Cristo. Ficou muito bonito. Mostramos assim, alguma criatividade. As frases de cada elemento que em principio exprimiam um sentimento positivo, foram transcritas para um pergaminho tendo este sido amarrado na cruz para assim ninguém ter acesso ao seu conteúdo. Fomos almoçar e no fim algo nos chamava: O Shopping.
Na parte da tarde, fomos passear no shopping, vimos o filme “Mulher com cão, procura homem com coração” e ainda houve tempo para alguns fazerem compras.
No princípio da noite, voltamos para Resende com o dever cumprido.
Finalmente não posso deixar de agradecer ao Chefe Adérito por nos ter acompanhado, ao Sérgio por ter ido lá ter, ao Chefe Jorge por nos proporcionar esta actividade e principalmente a todos os que foram, pois somos todos nós que formamos a secção.

Cheila Doriana Machado (Guia da equipa Alfredo Nobel)

Quinta-feira, Outubro 13, 2005

Afinal, o que é ser Pioneiro???

- Ter uma parte do céu no azul de cada um dos nossos lenços;
- Ter um "pedacinho" de Deus na alma.
- Contribuir para que cada pedacinho se vá juntando a outro pedacinho, construindo assim um céu imenso, fruto do conjunto de muitos pedacinhos.
- Viver numa busca incessante de algo que por vezes nem identificamos claramente;
- Constatar que já não somos crianças e, olhando, vermos o mundo à nossa volta e sentirmos um desejo imenso de o transformar, ajudando a construir um mundo melhor.
- Ser gota de água que fervilha com vida no seu interior, que descobre coisas novas em cada momento, que necessita de modelos e de algo com que se identifique, que procura mais, que quer descobrir mais, aprender mais, saber mais.
- Procurar, como os antigos Navegadores, pioneiros na descoberta de novos mundos, o verdadeiro caminho, o rumo certo, seguindo, pela Rosa dos Ventos, os azimutes correctos em direcção ao Pai.
- Colocar ao serviço dos outros as nossas aptidões, partilhar com eles a nossa própria existência.- Viver em Equipa, percorrendo juntos o caminho traçado, onde cada um tem o seu papel, indispensável e insubstituível.
- É estar em comunhão ao serviço do próximo e de cada um, ao serviço de Deus e da comunidade, fiéis ao princípio de boa acção e da ajuda aos mais necessitados, cumprindo a descobertas e novas capacidades.
- É nesta interacção com os outros que a gota de água forma um riacho, se constrói uma corrente orientada, seguindo uma direcção e um sentido estabelecido.
- Cada um de nós é esta gota de água, que pode ainda juntar-se a outras formando riachos em torrente que marcam e transformam o mundo, numa demonstração clara da nossa força e da nossa vitalidade!
- O Machado é uma ferramenta que nos ajuda nas nossas construções, a abrir caminhos, a derrubar obstáculos, podendo até ser usado para salvar vidas.
- O Empreendimento é o local por excelência para congregar estes nossos riachos, misturando as águas e multiplicando as descobertas alcançadas por cada um de nós, que nos permitem passar à acção. missão de enviados que Cristo confiou a cada Homem.
- É mostrar aos outros as nossas descobertas e novas capacidades.
- É nesta interacção com os outros que a gota de água forma um riacho, se constrói uma corrente orientada, seguindo uma direcção e um sentido estabelecido.
- Cada um de nós é esta gota de água, que pode ainda juntar-se a outras formando riachos em torrente que marcam e transformam o mundo, numa demonstração clara da nossa força e da nossa vitalidade!
- O Machado é uma ferramenta que nos ajuda nas nossas construções, a abrir caminhos, a derrubar obstáculos, podendo até ser usado para salvar vidas.
- O Empreendimento é o local por excelência para congregar estes nossos riachos, misturando as águas e multiplicando as descobertas alcançadas por cada um de nós, que nos permitem passar à acção.

Terça-feira, Setembro 20, 2005

Festas da Labareda 2005!!!


Estão aí as festas concelhias! De 24 a 29 de Setembro Resende está em festa. Qual Sudoeste, qual Vilar de Mouros, qual que... Resende é que está a dar! Vejam só:
- Dia 24: "Delfins"
- Dia 25: "Fingertips"
- Dia 26: "Gabriela"
- Dia 27: "Canta Brasil"
- Dia 28: "Marco Paulo"
- Dia 29: Festa da rádio
Recordo que algures no largo da feira estará instalada a quermesse dos escuteiros onde todos podem e devem ajudar o nosso agrupamento. O preço de cada rifa será de 0,50€ (muito pouco) e haverá sempre prémio. Ajudar não custa!
P.S. - Para veres o cartaz completo clica na imagem.

Segunda-feira, Setembro 05, 2005

A Verdadeira Aventura!!!

No passado dia 20, nós, os pioneiros tivemos uma actividade que nunca vamos esquecer. Fomos fazer canoagem desde Caldas de Arêgos até Porto de Rei, no nosso lindo rio Douro.
No dia antes, com tudo pronto partimos da sede rumo a Arêgos onde nos esperava o “comandante” Rosalino. Cada equipa pegou na sua canoa e começamos a treinar. Depois de uma tarde cansativa, arrumamos tudo e regressamos ao lar para descansar porque o grande momento nos esperava.
No dia tão esperado, logo de manha, reunimo-nos na sede, rezamos a oração, mais uma vez, deram-nos algumas instruções e partimos rumo à aventura. Chegada ao local de partida – Arêgos, preparamos tudo e dentro das canoas partimos para Porto de Rei. Iam três canoas, duas de três lugares e uma de quatro lugares, com a companhia de dois barcos de apoio e um caiake, onde ia o nosso “comandante”. O dia não estava muito agradável, corria um forte vento mas com o nosso empreendimento e esforço físico conseguimos navegar. Rio a cima, deparamo-nos com inúmeras dificuldades e até houve um pequeno afundamento mas sem estragos (eh! eh! eh!). Fizemos uma paragem na praia de Mirão, para descansar e meditar. De seguida, lançamo-nos de novo ao rio, rumo a Porto de Rei. Várias pessoas nos acompanharam de perto mas por terra... Foi excelente a passagem por baixo da Ponte da Ermida e por dois barcos de passeios turísticos.
Chegada a Porto de Rei, fomos almoçar. Depois descansamos um pouco e deitamo-nos todos na praia a conversar. Fomos dar um mergulho e no fim, ás 16:30 partimos rumo ao ponto de partida. Agora o rio já estava mais calmo, já não havia vento. Paramos novamente na praia de Mirão, demos outro mergulho e de pagaias na mão voltamos para Arêgos. Ao chegar a Arêgos, demos outro mergulho, arrumamos as coisas e viemos para a nossa sede, onde tomamos banhinho e jantamos. No fim de jantar, ocorreu uma reflexão sobre actividade. Preparamos o acantonamento e já todos cansados decidimos ir dormir. De manha arrumamos tudo e fomos acabar da melhor forma a nossa actividade, fomos a missa.
Esta actividade tinha como missão, o domínio de técnicas básicas de canoagem e navegabilidade, o desenvolvimento do esforço físico, o contacto com a água, a tomada de consciência de assuntos como a poluição, a escassez de água, o habitat natural das espécies existentes no rio e o desenvolvimento do espírito de grupo, inter-ajuda e camaradagem.
Em nome de todos os pioneiros quero agradecer ao Sérgio Dias por esta oportunidade, ao chefe de agrupamento, ao chefe Jorge, mesmo longe estava connosco, a pioneira Fabiana (mesmo sem participar a 100% estava também lá), aos caminheiros presentes e ao Clube Náutico de Caldas de Arêgos principalmente ao nosso “comandante” Rosalino.
Cheila Machado (Guia da equipa Alfredo Nobel)

Porto de Rei 2005


Sexta-feira, Agosto 05, 2005

Equipa Alfredo Nobel

Filho de engenheiros e industriais de armamento suecos, Nobel nasceu em Estocolmo, na Suécia em 1833. Estudou em S. Petersburgo, nos E.U.A. e em Paris. A nitroglicerina, descoberta em 1846 pelo químico italiano Sobrero, é um explosivo muito potente mas muito instável. Esta última característica torna-a muito instável e impossibilita o transporte até aos locais de utilização: minas ou estaleiros de caminhos de ferro. Nobel tentou então estabilizá-la. A sua primeira descoberta foi um detonante feito à base de fulminato de mercúrio, o que reduziu os riscos de acidentes ao permitir a explosão à distância do produto. Depois misturou o explosivo com um preparado à base de terra siliciosa que, misturado na proporção de 1 para 4 o estabilizava definitivamente. A mistura tomou então uma consistência quase sólida e pôde ser introduzida em tubos de cartão. Nobel deu ao novo composto o nome de dinamite.
O sucesso atingido permitiu a Nobel a abertura de fábricas na Europa e nos Estados Unidos de forma a poder satisfazer todos os pedidos.
Em 1873, descobriu um novo explosivo, muito mais eficaz que a dinamite, o plastic (gelatina explosiva), mistura de nitroglicerina com colódio, substância solidificante que tornou o produto transportável e divisível em partes. Nobel possuía um império de 80 fábricas a nível mundial e ficou riquíssimo.
Em 1896, ao morrer, deixou em testamento avultados meios financeiros à Fundação com o seu nome, tendo em vista a atribuição de prémios anuais "àqueles que, durante o ano precedente, tivessem prestado maior contributo à humanidade" no domínio da física, da química, da fisiologia ou medicina, da literatura ou da paz.

Equipa D. Ximenes Belo

Carlos Filipe Ximenes Belo nasceu a 3 de Fevereiro de 1948 em Vialacama, uma aldeia em Vemasse, Baucau, Timor-Leste. Foi mandado para escolas missionárias em Baucau e Ossu, completando o seminário menor de Dare, em 1973. Em 1968, partiu para Lisboa para frequentar o liceu salesiano do Estoril. Regressou a Díli em 1974, para ensinar no Colégio Salesiano de Fatumaca e a Lisboa em 1976, para estudar teologia , durante três anos, na Universidade Católica. Seguidamente foi enviado para Roma, onde prosseguiu os seus estudos eclesiásticos. De regresso a Portugal, em 1980, foi ordenado padre. Um ano depois, volta a Timor, onde é nomeado director do Colégio de Fatumaca e desenvolve uma capacidade de se relacionar com os jovens. Os seus laços com a juventude do país forneceram-lhe a base para uma verdadeira ligação com aqueles que hoje desempenham um papel histórico para Timor.
Em 1983, o Papa João Paulo II nomeou-o administrador da Diocese de Díli e em 1988 foi ordenado bispo. Surpreendeu muita gente ao desenvolver uma personalidade dócil e jovial, tendo em conta a sua posição e um talento para as línguas (domina o tetun, português, inglês, italiano, bahasa indonésia e está a aprender outras). Também possui experiência na administração eclesiástica, uma paixão por teologia, música clássica e futebol. Com o tempo, tornou-se a única voz timorense insistentemente apelando para a paz e a liberdade. Tem a coragem de condenar publicamente a crueldade e o abuso das forças armadas, a guerra psicológica e as constantes violações dos direitos humanos.
Por ocasião do Massacre de Santa Cruz (12 de Novembro de 1991) deu abrigo a mais de 250 pessoas, que tinham fugido, e acompanhou muitas delas até casa, quando se pensava que seria seguro. No entanto, um grande número nunca mais foi visto desde esse dia fatídico. Através das suas políticas administrativas, encorajou muitos esforços para desenvolver a tradição e cultura timorenses, contra as políticas de absorção da Indonésia. O bispo tem de suportar a vigilância diária da polícia secreta, que observa todos os seus movimentos. Os seus telefones estão sob escuta, o fax controlado, as visitas são observadas de perto. Em 1989 e 1991, foi alvo de tentativas de homicídio. Os indonésios têm pressionado o Vaticano no sentido do seu afastamento.
Mas D. Ximenes persiste nos seus esforços corajosos para defender a justiça, a paz e a preservação da dignidade do seu povo e prossegue a tentativa de fomentar o diálogo com Jacarta, com vista à salvaguarda dos interesses dos timorenses. Permanece como um dos símbolos da resistência e grande aliado dos timorenses contra a ocupação indonésia.
Em 1996, recebeu, juntamente com Ramos Horta, o Prémio Nobel da Paz, pela sua defesa dos direitos do povo maubere. Este prémio trouxe novas esperanças à questão dos direitos humanos e da autodeterminação dos timorenses.

Quinta-feira, Agosto 04, 2005

Agrupamento 1096 on-line!!!



04.05.2005